terça-feira, 10 de julho de 2012
Pensar em você é...
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Emerson Fittipaldi e Cristo!
O Bi-campeão Emerson Fittipaldi e a melhor transformação que alguém pode sofrer!
A escolha que decide o seu futuro!
segunda-feira, 11 de junho de 2012
"Algumas historias de amor tem inicio inusitado. São cheias de casualidade, situações atípicas, surpresas e descobertas.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
A superioridade dos Cavalheiros!
Não preciso que ninguém pague a conta do restaurante: trabalho desde os 20 anos e posso muito bem arcar com o preço da minha almôndega.
Não preciso que ninguém puxe a cadeira para que eu sente: tenho braços e o mínimo de coordenação motora para realizar a tarefa.
Não preciso que ninguém abra a porta do carro para eu entrar: consigo usar minhas mãos pra isso. E, bônus, sem cair de cara no meio-fio.
Realmente posso fazer tudo isso sozinha. Mas adoro quando um homem faz por mim.
Cavalheiros são uma raça superior; e mulheres que sabem receber essas delicadezas sem chiliques, também. Nada mais ridículo do que uma feminista ensandecida que interpreta uma simples gentileza masculina (chamar o garçom para servir o vinho, por exemplo) como uma ameaça devoradora à sua independência. Parece que ele está querendo extirpar o clitóris da cidadã. Ah, vá se catar! Beba o vinho e cala a boca: deixe o cara ser homem e cuidar.
Adoro mimos masculinos. Quanto mais flores chegarem ao meu trabalho, melhor. Curto que cedam a passagem para mim na escada rolante. Se ele quiser ficar do lado da rua enquanto andamos na calçada, tudo bem: não sinto minha liberdade ameaçada porque ele prefere que eu não seja atropelada. É uma tremenda mentira dizer que afagos cavalheirísticos não fazem falta nestes tempos de tantas obrigações, deveres infindáveis. Para que me privar de coisas tão boas quanto ter uma jaqueta colocada sobre as minhas costas numa noite de vento frio? Aceito ser a parte mais “fraca” se isso significa ser cuidada com carinho.
Mas homem cavalheiro é um troço difícil de achar. E a culpa é, em boa parte, das mulheres: se parássemos de reclamar da falta de modos e galanteios dos machos e nos tornássemos melhores professoras (seja como fêmeas, seja como mães), todas estaríamos mais satisfeitas. No final das contas, eles são frutos da nossa educação. Se a maioria tem o grau de gentileza de um hooligan é porque deixamos de mostrar que ser zeloso não é sinônimo de ser veadinho e que ser carinhoso não broxa; nos omitimos na hora de apontar a trilha certa e só saímos da moita no momento de dar bronca porque eles enfiaram o pé no estrume. Daí já é meio tarde: a merda está feita.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Enquanto isso...
Ás vezes penso que finalmente amadureci o suficiente pra encarar uma relação afetiva séria, sem os meus melindres de sempre e os medos de toda uma vida.
Eu sinto que melhorei bastante. Não tenho mais rompantes histéricos se recebo um “não posso ir com você, amor” ou se ele não faz declarações dramáticas de amor. Sou mais resignada hoje, aceito mais e discuto menos. Prefiro ser feliz a ter razão sempre. Gosto mais de mim como mulher, do que como protótipo de macho que usa salto e vai ao salão. Prefiro manter a feminilidade, exagerar no choro, na manha. Não economizo fragilidade. Eu sou mesmo o sexo frágil e não considero isso demérito. E não falo isso por você, que está me lendo, mas por mim, por experiência própria. Não quero convencê-la de que deve abandonar tudo o que foi conquistado até aqui. Ou que devemos regredir e voltarmos a ser como nossas avós. Mesmo porque jamais consigueremos tamanho equilíbrio emocional como elas tinham. Estamos frágeis demais para isso.
Ai eu chego a pensar que estou pronta pra assumir o papel original da mulher. Aquele em que a gente cuida mais das coisas do lar que da tabela de Excel da empresa. Ou então no qual os filhos vêm antes do Mestrado. Afinal, títulos me rendem um salário melhor, mas presença em casa garante crianças emocionalmente saudáveis.
Entendi que homens não são todos iguais e que a mulher tem sim, o poder de conduzir uma relação. Evito conflitos desnecessários e se quero uma coisa, eu peço. Até explico que gosto assim ou daquele outro jeito. Homens não lêem nas entrelinhas.
Agora eu sei que relacionamentos não são fáceis. Não tem treino, não tem aquecimento. É o campeonato sem preliminares. E exatamente por isso eu sou mais flexível, menos agressiva, mais doce e menos prepotente.
E com tudo isso eu acho que estou mais preparada pra encarar uma vida a dois de forma saudável. Com tudo o que eu vivi, admito que eu não deveria ter levado as coisas tão a ferro e fogo : ou é do meu jeito ou terminamos aqui. E por isso eu demonstro pra mim e pra quem quiser tentar, que estou disposta a fazer melhor agora.
Enfim, eu penso que amadureci. E fico feliz por isso. Realmente sim.
Mas agora, acreditem, o dilema está nos homens: eles não sabem lidar com mulheres que querem apenas fazer o seu papel de mulher. Eles aprenderam a respeitar as mulheres que trabalham feito doidas, que brigam feito cão por um posto mais alto na empresa, que dividem a conta SEMPRE. Eles dizem que se uma mulher escolhe viver mais pra família e menos pro capitalismo está se desvalorizando, perdendo o foco e o pior, a admiração deles!
Novamente estamos num impasse. Mais uma vez, os valores errados, as crenças erradas, estão colocando morro abaixo a chance de fazermos o que sabíamos melhor: reunir a família em almoços de domingo!
Parece que mulher digna de admiração, é só aquela que coleciona aplausos e tem salário alto no final do mês. Cuidar da família? Ah, isso a empregada faz!