Prisões e arbitrariedade eram as marcas da ação do governo em relação aos protestos dos estudantes, e essa repressão atingiu seu apogeu no final de março com a invasão do restaurante universitário "calabouço", onde foi morto Edson Luís, de 17 anos. Desse fato alguém se lembra?!
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Em resposta...
Prisões e arbitrariedade eram as marcas da ação do governo em relação aos protestos dos estudantes, e essa repressão atingiu seu apogeu no final de março com a invasão do restaurante universitário "calabouço", onde foi morto Edson Luís, de 17 anos. Desse fato alguém se lembra?!
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Minha felicidade tem preço !
O real esvaziou-se de importância: não interessa se você tem dinheiro, cultura, sucesso. Interessa, isso sim, se aparenta ter. Cada vez mais gente leiloa a individualidade pela aprovação dos outros e se torna um clone fajuto de seres pré-aprovados pela platéia ou uma versão mentirosamente melhorada de si mesmo: por fora, bela viola; por dentro, pão bolorento. Não vejo problema algum em acertar um nariz torto, levantar peitos caídos. O que me amedronta é essa insanidade que leva a um tipo inédito e estúpido de mutilação, a mutilação pró-fama. O que são dores, anestesia, o período angustiante de recuperação perante a cara de espanto dos amigos, o despeito das amigas, os futuros flashes? Nem para os índios na época do descobrimento o espelho era tão fascinante. Eles trocavam um ouro para ter um pedaço de si refletido. Hoje em dia, troca-se de rosto, de corpo, por elogios, muitas vezes fajutos.
Jamais fomos tão carentes de aceitação. Nunca fomos tão egocêntricos.
As débeis que vendem até a alma para ter a bocona da Angelina Jolie ou a cintura da Halle Barry deveriam saber que a primeira se divorciou porque o marido transava até com a fruteira, e a segunda vive sozinha porque não controla o próprio ciúme. Ter dimensões e formas idealizadas não livra ninguém da infelicidade—apenas o transforma num infeliz bonito na foto.
Por favor gente, cuidar só da carcaça não. Isso faz parecer que você é feliz demais. E isso não engana por muito tempo.
domingo, 27 de setembro de 2009
O segundo casamento pode ser a sua maior vitória.
(...) O segundo casamento é mais leve, apesar de ambos terem mais carga.
Traz os medos de repetir os erros do primeiro, mas também a vontade de não cometê-los. Aumenta a maleabilidade e diminui a petulância. Dá a dimensão exata do que é compartilhar a vida com alguém e também a de que a mesma não acaba se essa pessoa for embora.
O segundo casamento ri de si mesmo porque sabe que é bem melhor do que chorar ou xingar.
Ele carrega o know-how do primeiro e preserva a inocência do pra sempre.
Jamais me casei pensando em me separar, nem sou daquelas mulheres que constróem muros emocionais para se proteger da vulnerabilidade que o amor carrega; apenas sou prática e crédula o bastante pra sacar que, se uma coisa acaba, é porque outra vai começar. Outra melhor, mais brilhante, completa. Não somos obrigados a acertar de primeira, e não é nenhum demérito tentar de novo. Não é nenhum pecado ser feliz, mesmo se a pessoa que viveu conosco ainda acreditar piamente nisso.
sábado, 26 de setembro de 2009
Ele me disse.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Macho Alfa !
E eu gostava tanto de você.
Nem sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus, não pude dar
Você marcou em minha vida
Viveu, morreu na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão, que em minha porta bate
E eu
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você
Eu corro fujo desta sombra
Em sonhos vejo este passado
E na parede do meu quarto
ainda está o seu retrato
Não quero ver pra não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
o pensamento em você...